Ser Hacker

 

Ser Hacker

 

Ser Hacker…

Uma pergunta, uma expressão, um sentimento, um estilo de vida.

 

Poucos  conseguem superar os desafios, as intrigas, o raciocínio, o esforço, a dedicação, a vontade, ter a força necessária.

 

Então o que é realmente ser hacker?

 

Uma resposta bastante directa será que é alguém que dedica-se a aprender, entender aspectos mais internos de dispositivos, redes, software, hardware, redes.

 

Eric S. Raymond escreveu no  The New Hacker’s dictionary uma frase que será bastante elucidativa:

 

Graças a esses conhecimentos, um hacker frequentemente consegue obter soluções e efeitos extraordinários, que extrapolam os limites do funcionamento “normal” dos sistemas como previstos pelos seus criadores; incluindo, por exemplo, contornar as barreiras que supostamente deveriam impedir o controle de certos sistemas e acesso a certos dados

Um que um hacker normalmente quer é “deslimitar” os acessos limitados que por vezes nos são dados.

Questionar o porquê, como funciona e como se faz deveria ser algo que nos questionássemos constantemente. Não apenas em informática, mas em tudo que nos rodeia, alargar o nosso censo comum, se assim o quiserem designar. Quantos de nós tem noção como realmente funciona o carro? Sabemos que precisa de agua, óleo e combustível. mas como a partir dessas três coisas é possível ele efectuar inúmeros quilómetros?

 

Lembro-me de ler à um tempo atrás  uma comparação entre hacks e cozinha, e que eu próprio ao lê-la abanei constantemente a cabeça. como que apenas e simplesmente concordando completamente com a descrição.

 

Vejamos então, que alguém vai a um restaurante e pede um prato de comida, este veio bastante bem confeccionado e bonito. Quando começam a comer reparam que não está a vosso gosto, tá doce. O que fazem? Mandam para trás  e mandam confeccionar outro, ou acrescentam-lhe sal? Isso é um hack! Tinha um problema, a comida estava doce, e foi resolvido adicionado sal. Havia um problema que foi contornado! Simples, não?

 

Engenharia reversiva, que é de um produto final, seja ele hardware ou software, tentar descobrir como foi feito, constituído pode ser demonstrado continuado o exemplo em cima.

Ora se no mesmo prato de comida tiver uma batatas bastante saborosas, que gostaríamos imenso de fazer em casa para os nossos amigos, podemos sempre pedir a receita ao chefe, mas normalmente a resposta é “É Segredo.”

O mesmo se passa com as companhias de software ou hardware, elas nunca, mas nunca irão dar o código-fonte. Então continuado com as batatas, levamos-as à boca tentado descobrir como foi confeccionada. Sabe a alho? Coentros? Sal? Que tipo de batata é? e Quando chegar a casa vai tentar reconstruir as batatas através do denominado sistema erro-tentativa.

O mesmo se passa quando um hacker tenta reverter o programa que tem á sua frente, colhe o máximo de informação que possa dispor, chamado de footprint, e através do erro-tentativa vai tentar recriar o programa.

Mas agora que tem o código-fonte, ou que sabe como modificar o programa, pode adicionar codigos para que o programa possa fazer mais e/ou melhor que o original.

 

Tentar sempre descobrir como funciona tudo à volta é o sonho de qualquer hacker.

Dentro da classe hacker, se esta assim pode ser designada existe algumas sub-classes:

 

  • White Hat (“chapéu branco”) é um hacker que estuda sistemas de computação à procura de falhas na sua segurança , mas respeitando princípios da ética hacker. Ao encontrar uma falha, o hacker white hat normalmente a comunica em primeiro lugar aos responsáveis pelo sistema para que tomem as medidas cabíveis. Muitos hackers white hat desenvolvem suas pesquisas como professores de universidade ou empregados de empresas de informática.
  • Black Hat (“chapéu preto”) é um hacker que não respeita a ética hacker, e usa seu conhecimento para fins criminosos ou maliciosos; ou seja, um cracker. Também chamado dark-side hacker (“hacker do lado negro”) .
  • Gray Hat (“chapéu cinza”) é um hacker intermediário entre white e black; por exemplo um que invade sistemas por diversão mas evita causar dano sério e não copia dados confidenciais.
  • Noob (“novato”), muitas vezes abreviado “NB”, é o termo usado (em sentido um tanto pejorativo) para designar um hacker principiante.
  • Script Kiddie (“Crianças de script”), alguém que se considera hacker mas na verdade é pouco competente, e usa ferramentas desenvolvidas or outros crackers para demonstrar sua suposta capacidade ou poder.
  • Hacktivista (combinação de hacker com activist) ou hacktivist é um hacker que usa suas habilidades com a intenção de ajudar causas sociais ou políticas. Esta ultima tem aumentado por todo o mundo constituindo um dos maiores grupos de hackers

 

 

 

Não existe magia, mas é algo magico, quando se chega a algo que foi desenhado para não ser alcançado.

Existe tambem a demoninada etica hacker,  esta encaixa-se principalmente em:

  • Compartilhamento
  • Abertura
  • Descentralização
  • Livre acesso aos computadores
  • Melhoria do mundo

 

 

Para ser um hacker apenas tem que ir ao encontro do conhecimento, partilha-lo, e tentar fazer do mundo um melhor lugar.


Comments ( 8 )

  1. ReplyPaulo Roberto

    Estou tendo um ótimo conhecimento aqui.

  2. ReplyDouglas

    top muito bom seu site melhor até hoje que já tive a oportunidade de visitar valeu

  3. Replycolmeia

    Colmeia Gostei de tudo que li e da exposição efetuada no site

  4. ReplyDavi

    Gostei muito do seu site, continua sempre meu amigo.

  5. ReplyRodrigo

    iniciando agora e quebrando a cabeça, mas vamos la. excelente site.

  6. ReplyMRX

    GOSTEI CONTINUA ASSIM !

  7. ReplyIlluMINaTuSs

    Olá! acho que achei o site que procurava.... agradeço ao ADM

  8. Replyleila

    Este site e simplesmente 5* ... tudo muito explicado e bem dividido. Quem me dera saber tantas coisas :(

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